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quinta-feira, 2 de abril de 2015

Novo Clipe do Adrede será produzido 100 % com Animação em Parceria com a Urban Safari de Thiago Castanho (Ex- CBJR., O Legado)




A banda ADREDE (Indaiatuba-SP) que atualmente se encontra em estúdio trabalhando no seu terceiro álbum completo de inéditas, inicia no próximo mês o trabalho de pré produção do seu novo vídeo clipe que será produzido 100 % em animação em parceria com a 'Urban Safari Art' https://www.facebook.com/pages/Urban-Safari-Art/580230221993796?fref=ts a Griff de bonecos estilizados do Thiago Castanho (Ex-CBJR., O Legado).

Desta vez a Música escolhida foi 'Eis a questão' presente no ultimo albúm da banda 'Desesperanto' lançado em Outubro de 2013 pela gravadora  Zrecords com distribuição nacional pela Tratore Distro. A Música conta ainda com a participação especial  de Marcão (Ex-CBJR, Bula) detonando um solo fantástico.

Como a própria banda descreve , produzir um clipe 100 % em animação com bonecos estilizados é um sonho antigo da banda que se concretizou quando foram apresentados pelo próprio Thiago Castanho à sua Griffi de bonecos estilizados a 'Urban Safari Art.' o qual não hesitou em fechar a parceria para a produção do vídeo clipe quando questionado.

O Vídeo será inteiramente produzido por Fábio Prandini da Criar Filmes que já trabalhou com a banda anteriormente na produção dos Clipes das músicas 'Disneylândia' e 'RPQ'.

Como referência para a produção do Novo Clipe a banda conta que se inspirou nos clipes 'Ratamahata - Sepultura' e 'Não deixe o Mar te engolir' - CBJR.' e para quem quiser acompanhar
o processo de pré-produção e making of do novo vídeo a banda irá disponibilizar em sua página oficial no Facebook https://www.facebook.com/ADREDEBRASIL?fref=ts fotos e vídeos dos bastidores das gravações.



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V8 ROCK RÁDIO

sábado, 3 de maio de 2014

Resenha Suicidal Tendencies 13 !



Em 2013, 13 anos após o lançamento de seu último disco de estúdio, o SUICIDAL TENDENCIES retorna com seu 13º disco, contendo 13 músicas, e denominado simplesmente de “13”. Coincidências à parte, fica claro que os americanos estavam fazendo muita falta para o universo metálico, e mais uma vez lançam um ótimo registro, comprovando o talento diferenciado de seus integrantes.
Como todos sabem, o ST sempre foi uma das bandas mais criativas e desbravadoras do metal, sempre buscando inovar e sem nunca se prender a um estilo de música determinado. E em “13” a coisa não é diferente, pois embora aqui haja uma prevalência das raízes punk e thrash da banda, é possível vislumbrar diversas outras influências, que vão da funk (não o carioca!) ao rap, de forma muito natural.

Mesmo com uma formação reformulada, o ST nos traz uma sonoridade muito intensa e interessante, com levadas cheias de groove e “swing”, além de muito peso, em especial nas guitarras e no baixo, sempre pulsante e marcante, que não fica devendo nada para a época de Trujillo (ouça “God Only Knows Who I Am” e comprove). Já o mito Mike Muir continua cantando de forma muito diversificada e cativante, sendo impossível ficar indiferente diante de suas performances.
Todas as 13 faixas são muito legais, cheias de quebradeira, com mudanças bruscas de estrutura, e muita técnica, como se pode conferir em pedradas como “Shake It Out”, “Smash It!”, “Cyco Style” e “Slam City”, só para citar algumas.
É fato que nesse ano a maioria dos fãs de metal estão ansiosos para ouvir outro disco que terá o mesmo título, mas também é fato que o SUICIDAL TENDENCIES mais uma vez coloca no mercado um discaço, digno de sua excelente carreira, e que fará a alegria dos fãs ao redor do planeta. É apertar play e se divertir, pode conferir!
13 – Suicidal Tendencies (2013 – Suicidal Records - Importado)
Track List:
1. Shake It Out
2. Smash It!
3. This Ain t a Celebration
4. God Only Knows Who I Am
5. Make Your Stand
6. Who s Afraid?
7. Show Some Love...Tear It Down
8. Cyco Style
9. Slam City
10. Till My Last Breath
11. Living the Fight
12. Life... (Can t Live with It, Can t Live Without It)
13. This World

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sábado, 19 de abril de 2014

Novidade: Filmes de Terror [Resenha] Invocação do Mal

'Antes de Amityville, houve Harrisville. O filme narra o conto horripilante de Ed e Lorraine Warren, investigadores paranormais de renome mundial, que foram chamados para ajudar uma família aterrorizada por uma presença maligna em uma fazenda isolada. Forçados a confrontar uma poderosa entidade demoníaca, os Warrens encontram-se presos no caso mais terrível de suas vidas'.
Ao ler essa sinopse do filme a maioria das pessoas pensaria: Legal, mais um filme de terror sobre assombração baseado em fatos reais, que chato! . Mas aí que esta um grande erro, Invocação do mal não é mais um filme terror sobre assombração igual a muitos que temos visto nos últimos anos, afinal um filme de terror qualquer não seira considerado o novo O Exorcista.
Invocação do Mal é um filme baseado em fatos reais que antes mesmo de ser lançado já havia pessoas falando que o filme é incrivelmente assustador e que pode ser considerado o novo “Exorcista”, mas se voltarmos um pouco no tempo lembraremos de “Atividade Paranormal”, filme no qual passou por coisas parecidas no sentindo de “propaganda”,sobre ser um filme muito assustador (mesmo não sendo baseado em fatos reais). Mas depois que Atividade Paranormal foi lançado, veio uma grande decepção entre fãs de filme desse estilo, já Invocação do Mal parece ter agradado a grande maioria. Qual seria a diferença entre um filme de sucesso entre fãs de filme de terror e um filme considerado fraco?
O diretor James Wan parece entender muito bem a diferença, coisa que poucos diretores de filmes de terror de atuais parecem compreender. Consegue trazer um filme com um roteiro bem feito, com bons atores e o principal para um boa filme de terror: cenas bem ambientadas, ou seja bem feitas com suspense e bons sustos e não muito previsível.
O filme possui seus clichês; como uma família que vai morar em uma casa e um pouco depois descobrem que a casa possui espírito que a assombram e então resolvem chamar caças fantasmas para investigar o que esta acontecendo e aquele  famoso arrepiante no final do filme baseados em fatos reais. Mas parece que o filme possui mais coisas que o diferencia de outros filmes do gênero para que ele possa sair do clichê e ser considerado um grande filme de terror.
Os atores Patrick Wilson, Vera Farmiga, Lili Taylor e Ron Livingston respectivamente nos papéis de Ed Warren,  Lorraine Warren, Carolyn Perron e Roger Perron conseguiram “trazer um pouco de realidade” para seus personagens, obra de uma boa atuação, o que também faz com que o filme seja melhor ainda.

Vale muito a pena assistir o filme, principalmente quem adora um filme cheio de sustos, tensão e com um bom enredo.

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segunda-feira, 14 de abril de 2014

Entrevista: Luís Carlos idealizador Portal 'Na Vitrola'

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1) Quando e porque decidiu criar o portal  “Na Vitrola” ?


O portal naVitrola foi idealizado em maio de 2011 e colocado em operação em 2013 à partir da ideia de três amigos, sendo um músico que sentia a necessidade de algumas ferramentas para facilitar a vida das bandas independentes, uma pessoa mais envolvido com a parte de informática e sistemas, e eu, que ficaria responsável pela identidade visual.  De lá para cá, conseguimos um apoio fundamental para continuação do projeto, a entrada da empresa LF Consultoria na sociedade, que acreditou em nosso potencial.

2) Qual a sua reação ao notar os  tipos de música mais ouvidos pelos jovens hoje?

Aos 37 anos, e me considerando bem saudosista, acredito que os jovens que curtem o que eu curto, esses sim devem sofrer algum tipo de rejeição da maioria dos outros jovens, aqueles que preferem escutar músicas mais atuais e “da moda”, muitas vezes indo no embalo de amigos. Eu particularmente prefiro o Rock nacional dos anos 80, o RAP dos anos 90 e tal... Não gosto de algumas coisas atuais que vejo e ouço poraí, considero “moderno demais”, mas no fundo no fundo, eu que tô velho e devo ser quadrado hehe

3) Que tipo de música você curte? E quais bandas mais te influenciaram?

Até que me considero eclético, e isso aumentou após a criação do naVitrola, que fez eu aprender a escutar outros gêneros musicais que não estava acostumado a escutar. Mas o RAP foi o que abracei a partir de 1994 e principalmente após se envolver fazendo parte de grupos como o STA e VariuZ. Antes disso eu escutava muito Rock nacional e teve um período que escutei também Flash House. 


Várias bandas e artistas me influenciaram seja pela letra, pelo instrumental ou pelas atitudes... Então vou citar algumas: Ultraje a Rigor, Paralamas do Sucesso, Inimigos do Rei, Blitz, Faith no More, Cypress Hill, The Fugees, Saian Supa Crew, Wu Tang, J-Zone, Dilated People, VariuZ, Feutomas, Filosofia de Rua, Potencial 3, De Menos Crime, Doctors Mc’s e muitas outras...


4) Quando não está trabalhando no site o que gosta de fazer?

Jogar futebol e beber cerveja. Assistir meu Santos e beber cerveja. Viajar e beber cerveja. Sair com amigos, parentes, com a patroa e beber cerveja. E as vezes apenas beber cerveja hehe.  


5) Qual o principal objetivo do site ‘Na Vitrola’?

Nosso objetivo é permitir que os artistas unifiquem todo seu material  de forma organizada e gratuita em um só lugar, e como a indústria fonográfica vem mudando com o passar dos anos, o poder de disseminação se tornou algo muito poderoso  com a chegada da internet e redes sociais, possibilitando atingir um público sem horizontes. 

6) Conte nos um pouco sobre como funciona o sistema do site’ na Vitrola’ e como é
Possível as bandas cadastrarem e divulgarem seus  trabalhos.

Para se cadastrar no site e criar a página da banda é fácil e rápido, através do link: http://www.navitrola.com.br/criesuapagina (é possível criar o cadastro a partir da conta do facebook).
Os artistas podem subir músicas e álbuns de maneira organizada, inserir fotos, relacionar vídeos do Youtube e Vimeo, criar clipping de notícias, divulgar agenda de shows, vender seus discos, acompanhar as estatísticas da página e muitas outras coisas.

E para ajudar na divulgação, nossa equipe seleciona e realiza matérias e entrevistas com as bandas que apresentam novidades.

Também temos um guia de eventos, onde é divulgado os shows das bandas cadastradas, e estamos prestes a lançar a Rádio naVitrola, que terá em sua programação apenas músicas de artistas com conteúdo no site.


7) Pra finalizar deixe uma mensagem para nossos leitores , seus contatos e os ctt. do blog.

Gostaria de agradecer a família naVitrola e a todos que curtem o nosso trabalho, assim como as bandas que lá criam suas páginas e também as pessoas que acompanham as matérias e novidades existentes em nosso site. Agradeço também a Deus, aos amigos e minha esposa que sempre me auxilia nas atividades, além claro do meu agradecimento especial ao portal “A cultura” pela oportunidade, e em nome de nossa equipe desejamos vida longa ao blog.


https://www.facebook.com/navitrola

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quarta-feira, 9 de abril de 2014

ADREDE É A BANDA MAIS VOTADA NO 1° FESTIVAL BANDAS INDEPENDENTES DE SP E PROMETE SHOW HISTÓRICO !

A Banda Local ADREDE foi a mais votada na enquete popular do 1° Festival Bandas Independentes que acontece no Carioca Club em São Paulo no dia 18 de Maio assumindo o 1° lugar e garantindo sua vaga para se apresentar ao lado da banda 'TIHUANA' responsável pelo encerramento do festival. Participaram da 1° etapa do processo seletivo mais de 500 bandas, totalizando mais de 50 mil votos, onde ADREDE foi a campeã. A Banda ADREDE agradece de coração à todos os amigos e fans que fazem parte da Família Adrede, pelos votos e suporte à banda durante o processo seletivo e promete um show histórico no dia 18 de Maio no Carioca Club.

Confiram o Vídeo divulgado pela organização do evento com o Clipe da Nova Single do ADREDE 'RPQ':


+ INFO ACESSE: WWW.ADREDE.COM.BR

A MÚSICA NÃO PARA !

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quinta-feira, 3 de abril de 2014

Resenha - Deftones: Diamond Eyes




“Diamond Eyes” é o primeiro álbum do Deftones desde que o baixista Chi Cheng entrou em coma após um grave acidente automobilístico, em novembro de 2008. Para a gravação do disco o grupo contou com Sergio Vega, do Quicksand. O álbum que a banda tinha quase finalizado com Cheng, “Eros”, continua no armário esperando a recuperação do músico.

E neste sexto disco da carreira a banda apresenta mais do mesmo, o que deve agradar quem acompanha o grupo e, obviamente, não despertar nenhum interesse de quem já não era muito chegado. Mas o disco começa bem interessante com a faixa-título, música pesada e lenta, com Chino Moreno fazendo um fraseado melodioso e que te faz acompanhá-lo cantarolando a linha vocal.

Em “Royal” o clima continua o mesmo, mas a banda já começa a por as cartas na mesa e mostra uma sonoridade mais pesada, que culmina com a típica Nu/Alternative Metal de “CMND/CTRL”, com Moreno abusando de seus vocais mais agressivos.

Ainda que as músicas tenham peso, isso se dá mais pelo clima do que pela sonoridade, como em “Prince”. Mas também há os momentos de porrada, principalmente em “Rocket Skates”. Mas no geral é um disco arrastado e bem chato de ouvir para quem não é fanático pelo grupo. Portanto, cuidado ao se aventurar com “Diamond Eyes”.


Tracklist:

1 - Diamond Eyes
2 - Royal
3 - CMND/CTRL
4 - You've Seen the Butcher
5 - Beauty School
6 - Prince
7 - Rocket Skates
8 - Sextape
9 - Risk
10 - 976-Evil
11 - This Place Is Death



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quarta-feira, 12 de março de 2014

Resenha - Conquer - Soulfly



Imagem
Após Dark Ages (2005), Max, Marc Rizzo (g), Bobby Burns (bx) e Joe Nunez (bt) investem num Death, Thrash e Hardcore e gravam Conquer. É aí que Max Possessed reencarna e vocifera como nunca.
Blood Fire War Hate abre a bolacha, de forma épica. David Vincent (Morbid Angel) empresta seus guturais para cantar esse hino de guerra. Outro que também dá uma canja de sangue com Max é Dave Peters (Throwdown) em Unleash, no qual Marc Rizzo dá um show de técnica.
A fase Arise/Chaos A.D. também está presente em Paranoia, Warmageddon, For Those About to Rot (não confundam com akela do AC/DC), Enemy Ghost, Doom e Fall os Sycophants.
O CD fecha com Soulfly VI, mantendo o clima dos anteriores, mostrando uma versatilidade musical soberba.
Tire suas conclusões e ouça Conquer. Se Max Cavalera sonha mesmo voltar ao Sepultura, quem somos nós para recusar? Scream, Muthafucka! DOOM!
Line-up:
Max Cavalera - Vocal e 4-strings
Marc Rizzo - Guitarra
Bob Burns - Baixo
Joe nunez - Bateria
Tracklist:
1-Blood Fire War Hate
2-Unleash
3-Paranoia
4-Warmageddon
5-Enemy Ghost
6-Rough
7-Fall of the Sycophants
8-Doom
9-For Those About to Rot
10-Touching the Void
11-Soulfly VI

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sexta-feira, 7 de março de 2014

Banda Don Ramón


"A banda tem influência do Thrash Metal, Hardcore, Grindcore, Powerviolence e tudo que existe de Podre e Gorduroso. Uma banda como essa faz valer uma Juventude."
Kiko Rezende, baterista do Puro Osso e editor do “Eu sou a Música”


O Don Ramón começou de verdade lá pro final de Novembro de 2012, mas a banda se formou no começo desse mesmo ano, quando o Artie Oliveira, até então ex-vocalista do Carcaça, foi recrutado pra ser o frontman. Após trocentos ensaios e um primeiro show digno de “tirem esses filhos da puta daí!” na escola do Pedro Lizard, o guitarrista.

Com apenas uma música pronta, “Coxinha”, e com o Biléu Sousa, do Lagostas Inflamáveis (até então no Mezcla) segurando as baquetas, rolou um segundo show tempos depois, ao lado das bandas Iodo, Rising Heroes e Holiday Nice. O cachê serviu pra pagar a gravação de uma Demo, batizada com carinho de “Bunda Suja”.

Só que como nada é firmeza todo o tempo, o Biléu gravou a Demo, mas não assumiu oficialmente o posto de baterista do Don Ramón. Meses e meses depois, finalmente apareceu um garotinho disposto a tocar bateria: João Cavera, do Reptilian Kids.


Fechada a formação, os quatro finalizaram a meia dúzia de músicas que estavam quase prontas e entraram em estúdio para gravar o que viria a ser o primeiro trabalho da banda: o EP “Fat Boy Strikes Again!”.

Graças ao disco, lançado em Abril de 2013 tanto em formato digital quanto em CD, diversas datas de show surgiram, incluindo aí uma turnê em conjunto com o Zumbi Radioativo no mês de Julho de 2013, que se encerrou com ambas as bandas escaladas para o line-up do Festival AutoRock 2013, porém em dias diferentes.

Neste show dentro da programação do AutoRock, o Don Ramón gravou seu primeiro clipe, para a música que encerra o EP: “It’s a Fracture!”, que teve boa repercussão local.

Ao terminar de cumprir os shows marcados, durante três semanas a banda iniciou os trabalhos de composição para o seu primeiro Full-Length, que resultou inicialmente numa demo de quatro faixas, de nome “From the Past Comes the DEMOS”

O Don Ramón é:

Artie Oliveira – Voz
Pedro Lizard – Guitarras
Paulo Carvalho – Baixo
João Cavera – Bateria

“Fat Boy Strikes Again” em formato digital: http://donramonfuckinrules.bandcamp.com/album/fat-boy-strikes-again

“From the Past Comes the DEMOS” em formato digital:


Clipe de “It’s a Fracture”: http://www.youtube.com/watch?v=9WpDSzKx0_I


Don Ramón no Facebook: http://www.facebook.com/donramonbr

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sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

Banda MILITIA


Geek Metal. Esta talvez seria a melhor definição de estilo do Militia, banda fundada em 2012, na cidade de Tupã/SP. Os tupãenses Randal César, Michel Victor, Marcel Lourenção, e Henrique Keita (nascido em Tóquio mas naturalizado brasileiro), são quatro jovens apaixonados por cultura pop: Cinema, games, animes, HQ’s e claro, música. Atualmente por motivo de logística, a banda está situada na macrometrópole paulista, exatamente na cidade de Campinas/SP, onde vem fazendo diversas apresentações por todo estado de São Paulo e sul de Minas Gerais. Mas por que Geek Metal?

O Militia, que apesar de evidenciar a música, não deve ser considerada apenas uma banda sonora, e sim um conglomerado de idéias que ultrapassam sua musicalidade e se tornam multimídia. Através do site oficial, www.militia.com.br, uma história de ficção científica pós-apocalíptica é contada, transformando os integrantes da banda nos protagonistas da mesma. A história, além de ser usada como pano de fundo, é usada como tema em todo o trabalho da banda, inclusive em suas apresentações ao vivo, onde os integrantes se vestem caracterizados por seus respectivos personagens.

Com base no new metal, que tem como principais características os vocais hip-hopeados, bateria funkeada e riffs pausados e pesados, e no metal industrial, com fortes batidas eletrônicas e muitos efeitos sintetizados, a banda tem referências em diversos estilos musicais, além dos citados. O que faz a banda diferir das outras em seu estilo é a forte inspiração a partir dos mestres das trilhas sonoras de cinema e games, como John Willians, Danny Elfman, Hans Zimmer, Koji Kondo e David Wise. Juntando tudo isso e muito mais, Militia se transforma em melodias épicas e marcantes, riffs de guitarra empolgantes, ritmos de bateria dinâmicos e agitados, linhas de baixo incisivos e vocais ora melódicos, ora metálicos, ora falados, mas sempre com consistência.




A variedade se mantém no conteúdo, onde o letrista Randal César aborda temas polêmicos como críticas sociais, culturais, políticas e religiosas, e ao mesmo tempo escreve letras motivacionais, tanto pessoais quanto de instinto coletivo. Refrões memoráveis e muitas referências de cultura nerd fecham o pacote.

Mas o grande diferencial do grupo é o autodidatismo e total independência em suas produções. Tudo, tanto na parte sonora como visual da banda, foi criado, produzido e executado pelos próprios integrantes, o que culmina em suas apresentações ao vivo, que são simplesmente espetaculares. Além de uma presença de palco envolvente e teatral, o Militia conta com um sistema de iluminação LED pré-programado, que é sincronizado com o andamento das músicas no decorrer do show, e responde bem ao universo idealizado pela banda, criando uma atmosfera obscura e tornando o espetáculo único e inesquecível.

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

Banda Box 47





A Box-47 é uma banda do universo hardcore criada em Março de 2007, por integrantes das cidades de Valinhos e Campinas-SP que, desde sua criação, passou por algumas formações até fixar sua atual em 2010.

Suas influências são bem explícitas e marcantes através das atitudes, presença de palco, fotos, etc, criando sua própria essência, retratando os problemas pessoais e fases da vida em suas composições.


Em Janeiro de 2010 Uill (Guitarra/Voz) e Tonloserkids (Bateria) gravam sozinhos uma demo com 13 faixas e, em março, fecham a formação da banda com a entrada de Lemos (Baixo/Voz), renovando a energia da banda, encontrando uma identidade mais concreta, atraindo aqueles que se tornariam os verdadeiros fãs e apreciadores do Pop Punk/Hardcore californiano.


No suposto dia do "Fim do Mundo", 21 de Dezembro de 2012, a Box-47 lança seu primeiro CD oficial, chamado "Sigam-me Os Loucos", com 13 faixas que dão um bom impacto em todos que escutam, atraindo cada vez mais novas pessoas.


No fim de 2013 a banda lança um single, "Fechando Cortinas", que mostra um lado mais evoluido e sério da banda, causando um impacto ainda maior e melhor que o lançamento de seu primeiro cd, abrindo mais portas, aumentando a expectativa.

Novo Single - "Fechando Cortinas"
http://www.youtube.com/watch?v=tkHkdFhA3c8

◘ LINKS ◘
SITE OFICIAL
http://www.bandabox47.com/

Som das Nuvens
http://soundcloud.com/box-47

Caras e Caretas
https://www.facebook.com/bandaboxquarentaesete
https://www.facebook.com/bandabox47

Sigam-nos Os Loucos
http://twitter.com/BANDABOX47

Musicas
http://www.myspace.com/box-47

Videos
http://www.youtube.com/Box47Oficial

Download
http://www.purevolume.com/box47oficial

Letras
http://www.vagalume.com.br/BOX-47
http://letras.terra.com.br/box-47


◘ DISCOGRAFIA ◘
Sigam-Me Os Loucos (2012)
https://soundcloud.com/box-47/sets/sigam-me-os-loucos


◘ CONTATO ◘
EMAIL: bandabox-47@hotmail.com


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terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

Ministry: From Beer To Eternity





Na ativa desde 1981, o Ministry mudou seu estilo e assumiu novas influências ao longo dos anos. De um new wave moderninho até o metal industrial, a banda caminhou por entre efeitos, agradando (e desagradando) muita gente no caminho. Mas há algo que seu mentor Al Jourgensen nunca abriu mão independente da reação de seus fãs: fazer o que lhe dá na telha.

"From Beer To Eternity", que acaba de chegar às lojas, é o décimo terceiro álbum na dicografia do grupo. E deve ser o último. A banda já havia anunciado a decisão de encerrar as atividades com o lançamento de "Adios... Puta Madres", em 2009. Mas, em 2012, a banda reunida lançou "Relapse", logo depois de Jourgensen passar por uma experiência de quase morte.

O novo disco é especial não apenas para a banda como também para os fãs por conter as últimas composições com a colaboração do guitarrista Mike Scaccia, que faleceu no final de 2012 após um infarto. Agora, é realmente o fim do Ministry, segundo Jourgensen: "Mikey era meu melhor amigo do mundo e não existe Ministry sem ele (...) Eu não consigo fazer isso sem Mikey, e nem quero. Então sim, esse será o último álbum do Ministry", disse o músico em entrevista ao portal norte-americano Noisey sobre o lançamento do novo disco.


O repertório de "From Beer To Eternity" traz 11 faixas potentes e contundentes. Quem esperava algo diferente? Na capa, fotografia feita por Allan Amato, Al Jourgensen lida com os sete pecados capitais, personificados por sete mulheres. Jourgensen garante que não há misoginia ou sexismo na arte. E, em se tratando de quem se trata, não se pode supor que seja mesmo por aí. O imaginário de Jourgensen não é tão raso.

O disco abre com a arrastada "Hail to His Majesty (Peasants)", uma faixa minimalista, cheia de efeitos eletrônicos que às vezes remetem a engrenagens de uma máquina infernal. Depois vem a pesada "Punch in the Face" - um soco na cara, como indica o título. Na sequência, o manifesto anti-guerra "PermaWar".

As excessivas colagens - como acontece em "Side F/X Include Mikey's Middle Finger" - não são para todo mundo, portanto aos iniciantes é recomendada cautela. Depois de algumas faixas, o ritmo do disco cai um pouco em "Thanx but No Thanx" - que traz uma citação do norte-americano William S. Burroughs - e em "Change of Luck". O disco encerra com "Enjoy the Quiet", cuja tranquilidade anunciada é, na verdade, uma sequência de ruídos que se parecem com o som do mar sintetizado e remixado - ou de uma TV fora do ar - com falas abafadas ao fundo.

Sendo mesmo este o último disco do Ministry, como parece ser, os fãs terão de se conformar. Mas a banda fecha a carreira de forma altiva. Mais do que música barulhenta, o Ministry deixa um legado que inclui um discurso político (essencialmente anti-Bush e anti-guerra), estético e cultural.


01. Hail to His Majesty (Peasants)
02. Punch in the Face
03. PermaWar
04. Perfect Storm
05. Fairly Unbalanced
06. The Horror
07. Side F/X Include Mikey's Middle Finger (TV4)
08. Lesson Unlearned
09. Thanx but No Thanx
10. Change of Luck
11. Enjoy the Quiet



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sábado, 15 de fevereiro de 2014

Romão Neto Lança Drum Cover de ‘Shovel Headed Kill Machine’ do Exodus

O Baterista Local 'Romão Neto' que já teve um de seus Drum Covers da Música 'Ditohead' do Slayer elogiado pelo próprio baterista do Slayer 'Paul Bostaph', retorna agora com a Drum Cover de ‘Shovel Headed Kill Machine’ do Exodus. Confiram !




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sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

Banda ADREDE se Apresenta Hoje em Americana com THE 900 e KOLAPSO NERVOSO

A banda local ADREDE é atração confirmada da Sexta Alternativa que rola hoje em Americana no Clube do Vinil, além da banda ADREDE , participam do evento THE 900 e KOLAPSO NERVOSO.


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