Mostrando postagens com marcador Hard Core. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Hard Core. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 14 de abril de 2014

Entrevista: Luís Carlos idealizador Portal 'Na Vitrola'

1         





1) Quando e porque decidiu criar o portal  “Na Vitrola” ?


O portal naVitrola foi idealizado em maio de 2011 e colocado em operação em 2013 à partir da ideia de três amigos, sendo um músico que sentia a necessidade de algumas ferramentas para facilitar a vida das bandas independentes, uma pessoa mais envolvido com a parte de informática e sistemas, e eu, que ficaria responsável pela identidade visual.  De lá para cá, conseguimos um apoio fundamental para continuação do projeto, a entrada da empresa LF Consultoria na sociedade, que acreditou em nosso potencial.

2) Qual a sua reação ao notar os  tipos de música mais ouvidos pelos jovens hoje?

Aos 37 anos, e me considerando bem saudosista, acredito que os jovens que curtem o que eu curto, esses sim devem sofrer algum tipo de rejeição da maioria dos outros jovens, aqueles que preferem escutar músicas mais atuais e “da moda”, muitas vezes indo no embalo de amigos. Eu particularmente prefiro o Rock nacional dos anos 80, o RAP dos anos 90 e tal... Não gosto de algumas coisas atuais que vejo e ouço poraí, considero “moderno demais”, mas no fundo no fundo, eu que tô velho e devo ser quadrado hehe

3) Que tipo de música você curte? E quais bandas mais te influenciaram?

Até que me considero eclético, e isso aumentou após a criação do naVitrola, que fez eu aprender a escutar outros gêneros musicais que não estava acostumado a escutar. Mas o RAP foi o que abracei a partir de 1994 e principalmente após se envolver fazendo parte de grupos como o STA e VariuZ. Antes disso eu escutava muito Rock nacional e teve um período que escutei também Flash House. 


Várias bandas e artistas me influenciaram seja pela letra, pelo instrumental ou pelas atitudes... Então vou citar algumas: Ultraje a Rigor, Paralamas do Sucesso, Inimigos do Rei, Blitz, Faith no More, Cypress Hill, The Fugees, Saian Supa Crew, Wu Tang, J-Zone, Dilated People, VariuZ, Feutomas, Filosofia de Rua, Potencial 3, De Menos Crime, Doctors Mc’s e muitas outras...


4) Quando não está trabalhando no site o que gosta de fazer?

Jogar futebol e beber cerveja. Assistir meu Santos e beber cerveja. Viajar e beber cerveja. Sair com amigos, parentes, com a patroa e beber cerveja. E as vezes apenas beber cerveja hehe.  


5) Qual o principal objetivo do site ‘Na Vitrola’?

Nosso objetivo é permitir que os artistas unifiquem todo seu material  de forma organizada e gratuita em um só lugar, e como a indústria fonográfica vem mudando com o passar dos anos, o poder de disseminação se tornou algo muito poderoso  com a chegada da internet e redes sociais, possibilitando atingir um público sem horizontes. 

6) Conte nos um pouco sobre como funciona o sistema do site’ na Vitrola’ e como é
Possível as bandas cadastrarem e divulgarem seus  trabalhos.

Para se cadastrar no site e criar a página da banda é fácil e rápido, através do link: http://www.navitrola.com.br/criesuapagina (é possível criar o cadastro a partir da conta do facebook).
Os artistas podem subir músicas e álbuns de maneira organizada, inserir fotos, relacionar vídeos do Youtube e Vimeo, criar clipping de notícias, divulgar agenda de shows, vender seus discos, acompanhar as estatísticas da página e muitas outras coisas.

E para ajudar na divulgação, nossa equipe seleciona e realiza matérias e entrevistas com as bandas que apresentam novidades.

Também temos um guia de eventos, onde é divulgado os shows das bandas cadastradas, e estamos prestes a lançar a Rádio naVitrola, que terá em sua programação apenas músicas de artistas com conteúdo no site.


7) Pra finalizar deixe uma mensagem para nossos leitores , seus contatos e os ctt. do blog.

Gostaria de agradecer a família naVitrola e a todos que curtem o nosso trabalho, assim como as bandas que lá criam suas páginas e também as pessoas que acompanham as matérias e novidades existentes em nosso site. Agradeço também a Deus, aos amigos e minha esposa que sempre me auxilia nas atividades, além claro do meu agradecimento especial ao portal “A cultura” pela oportunidade, e em nome de nossa equipe desejamos vida longa ao blog.


https://www.facebook.com/navitrola

APOIO




quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

Banda Box 47





A Box-47 é uma banda do universo hardcore criada em Março de 2007, por integrantes das cidades de Valinhos e Campinas-SP que, desde sua criação, passou por algumas formações até fixar sua atual em 2010.

Suas influências são bem explícitas e marcantes através das atitudes, presença de palco, fotos, etc, criando sua própria essência, retratando os problemas pessoais e fases da vida em suas composições.


Em Janeiro de 2010 Uill (Guitarra/Voz) e Tonloserkids (Bateria) gravam sozinhos uma demo com 13 faixas e, em março, fecham a formação da banda com a entrada de Lemos (Baixo/Voz), renovando a energia da banda, encontrando uma identidade mais concreta, atraindo aqueles que se tornariam os verdadeiros fãs e apreciadores do Pop Punk/Hardcore californiano.


No suposto dia do "Fim do Mundo", 21 de Dezembro de 2012, a Box-47 lança seu primeiro CD oficial, chamado "Sigam-me Os Loucos", com 13 faixas que dão um bom impacto em todos que escutam, atraindo cada vez mais novas pessoas.


No fim de 2013 a banda lança um single, "Fechando Cortinas", que mostra um lado mais evoluido e sério da banda, causando um impacto ainda maior e melhor que o lançamento de seu primeiro cd, abrindo mais portas, aumentando a expectativa.

Novo Single - "Fechando Cortinas"
http://www.youtube.com/watch?v=tkHkdFhA3c8

◘ LINKS ◘
SITE OFICIAL
http://www.bandabox47.com/

Som das Nuvens
http://soundcloud.com/box-47

Caras e Caretas
https://www.facebook.com/bandaboxquarentaesete
https://www.facebook.com/bandabox47

Sigam-nos Os Loucos
http://twitter.com/BANDABOX47

Musicas
http://www.myspace.com/box-47

Videos
http://www.youtube.com/Box47Oficial

Download
http://www.purevolume.com/box47oficial

Letras
http://www.vagalume.com.br/BOX-47
http://letras.terra.com.br/box-47


◘ DISCOGRAFIA ◘
Sigam-Me Os Loucos (2012)
https://soundcloud.com/box-47/sets/sigam-me-os-loucos


◘ CONTATO ◘
EMAIL: bandabox-47@hotmail.com


APOIO:



quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

Resenha - Savages - Soulfly




A grande mudança na formação deste álbum é a saída de David Kinkade (Borknagar) para a entrada de Zyon Cavalera nas baquetas, filho do líder MAX CAVALERA. E essa diferença é um dos destaques deste álbum, o por quê? Logo lhe explico.
Aliás, não vou comentar faixa-a-faixa, mas darei meu parecer geral do álbum, ressaltando alguns pontos importantes e que merece destaque, e claro, respeito.
Todo o álbum é recheado de músicas pesados e cativantes, além das várias participações especiais que aparecem aqui e lá. E logo na primeira faixa, Bloodshed, uma sirene usada como introdução, anuncia a porrada que está por vir. Podemos perceber as principais características da banda, e também novidades que enriquecem o novo play da banda. Se atentem ao trabalho de guitarra executado nessa música, tanto a base de MAX quanto o som de Marc demonstram a clara evolução e para qual segmento do Metal a banda está seguindo.
Não posso também esquecer de ressaltar ainda na primeira música, a composição da bateria que não é tão "bruta" como no álbum anterior, mas apresenta uma atmosfera mais ampla para cadenciar os momentos de porradaria e uma melodia muito executada e colocada no local certo. E também, sem esquecer os vocais do IGOR CAVALERA que apesar de não ganhar muito destaque, ainda assim ajuda na atmosfera da música.
Dos vários pontos positivos, é necessário ressaltar a energia do líder e vocalista MAX CAVALERA que melhorou e muito na forma de cantar e vociferar suas famosas letras contra a politica e a sociedade. Além do vocal, é necessário destacar as letras que estão muito bem elaborados, deixando aquela alcunha de que o vocalista sabia apenas utilizar um pequeno conjunto de palavras em toda a música.
Todavia, o SOULFLY como uma banda se sobressai em muitos dos requisitos necessários e mínimos para uma banda de seu nicho. Até arriscaria em dizer que a banda pode ser equiparada a uma das veteranas do estilo, a ótima LAMB OF GOD. E, pensando bem, até poderia dizer que ambas possuem algumas semelhantes, não?
O novato ZYON CAVALERA se mostra experiente e já demonstra um bom trabalho, o que deve ser aprimorado nos próximos álbuns da banda. Afinal, o garoto além de mostrar alguns pontos bastantes cativantes, especialmente na música Ayatollah Of Rock 'N' Rolla, ainda possui o tio Igor Cavalera para algumas dicas. Apesar de o novato não mostrar nenhuma brutalidade extrema, como fora visto no álbum antecessor a SAVAGES, ainda assim, deixo meu comentário de que devido a este fato, a banda soube aproveitar melhor o seu lado mais melódico, em várias das composições que aqui é apresentada.
Mesmo assim, não quer dizer que o álbum virou algo melódico, e não possui porrada do início ao fim, muito pelo contrário. Este álbum é extremo, e mostra o potencial da banda para continuar neste caminho, se aproveitando de seus vários elementos presentes em suas músicas. Quanto a formação, não há do que se queixar, MAX dispensa apresentações, assim como Tony e Marc.
Mas, ainda preciso ressaltar mais uma vez: "Cara, olha o trabalho de guitarra desse álbum, é simplesmente fodástico". E os mais xiitas ou fãs assíduos de Sepultura, que diziam que Max havia cavado sua própria cova.... peço que revejam seus conceitos, pois aqui se encontra um álbum digno ou até melhor do que muito material "sepulturiano".
Alguns destaques que eu posso apresentar para vocês são as músicas: Ayatollah Of Rock 'N' Rolla e El Comegente, ambas são as mais longas da bolacha, a primeira com sete minutos e meio e a segunda com mais de oito minutos. Isso ainda prova que a banda consegue manter o ritmo e criatividade ao longo de sua composição, em especial para a última citada que ainda conta com um exótico trecho acústico.
E por fim, não esqueçam de conferir as presenças mais do que especiais no álbum, ajudando CAVALERA nos vocais, que são eles: Igor Cavalera (Cavalera Conspiracy) na Blooshed, Mitch Harris (Napalm Death) na K.C.S, Neil Fallon (Clutch) na Ayatollah Of Rock 'N' Rolla e Jamie Hanks (I Declare War) na Fallen.
Ah, sim! Caso tenha sido repetitivo em algumas partes, digo que, precisava enaltecer o quanto esse álbum ficou soberbo.
E, corram logo para adquirir o novo álbum do SOULFLY, pois vale cada centavo.
SOULFLY - SAVAGES - Nuclear Blast (2013):
1. Bloodshed
2. Cannibal Holocaust
3. Fallen
4. Ayatollah of Rock 'n' Rolla
5. Master of Savagery
6. Spiral
7. This Is Violence
8. K.C.S.
9. El Comegente
10. Soulfliktion

quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

Resenha: Motörhead - Aftershock


Aproximadamente três anos depois do lançamento de "The Wörld Is Yours", o MOTÖRHEAD nos presenteia com "Aftershock", para alívio dos fãs que torcem pela saúde de Lemmy.
Quem produziu o disco novamente foi Cameron Webb, que não arrisca nem compromete. Desta forma, este disco tem a sonoridade bastante semelhante aos quatro últimos.
Sem maiores delongas, o disco abre com "Heartbreaker", que já chega mostrando que o Lemmy, Campbell e Dee ainda têm muita lenha pra queimar. É uma música empolgante, com o pé no acelerador, direta, pesada e com bom refrão, onde Lemmy mostra que apesar das limitações que a idade começa a lhe impor, ainda é um cantor incrível.
"Coup de Grace" mantém o nível elevado do disco. Apesar de pesada, é uma música toda 'swingada', com um feeling incrível. É uma música charmosa, mas agressiva, um ‘rockzão’ puro e simples do jeito que só o MOTÖRHEAD sabe fazer. Nesta faixa a banda mostra todo seu entrosamento e ainda somos brindados com um excelente solo de Phil Campbell, um dos melhores do disco.
Na sequência, como o próprio nome sugere, temos a típica faixa de blues do disco "Lost Woman Blues". Com a interpretação soberba de Lemmy, não é difícil imaginá-lo cantando-a melancólico em um pub enfumaçado pedindo mais uma dose de Whiskey com um cigarro no canto da boca. A música ainda possui melodias marcantes e uma 'cozinha' simples, mas bem posicionada. Mesmo pesando mais ao final, esta faixa serve como um refresco para os ouvidos que serão tão surrados (No bom sentido) no restante do disco.
"End of time" é tão direta quanto um soco na cara, sem tempo para firulas ou partes elaboradas, ainda assim apresenta um curto, mas excelente solo, daqueles que é quase impossível não acompanhar no 'Air Guitar'. "Do You Believe" segue esta mesma linha, sendo um ‘rockzão’ cru e direto, com destaque para as belas intervenções de Phil Campbell.
"Death Machine" tem uma pegada totalmente Heavy, mas passa um pouco mais despercebida depois de uma sequência de músicas nessa mesma linha. Não entendam errado, ela não é uma música fraca, talvez apenas esteja mal posicionada, mas tem riffs pesadíssimos e bumbos bem encaixados de Mikkey Dee.
A balada "Dust and Glass" é melancólica e emotiva, com Lemmy totalmente à vontade e Campbell rasgando seus solos por todos os cantos. É uma das mais distintas do álbum e têm leves influências de ZEPPELIN aqui, outras de SABBATH acolá.
"Going to Mexico" é uma sequencia natural para "Going to Brazil". Uma música pesada do inicio ao fim, sem pausa para respirar, com um refrão que fica na cabeça e uma boa atuação de todos os músicos. Se não é a melhor do disco, ao menos é uma das mais pesadas.
"Silence When You Speak To Me" tem uma boa pegada, um ‘rockzão’ básico e direto como é comum de se encontrar em discos da banda, mas sem muito a destacar. Uma boa música. Já "Crying Shame" tem uma pegada Hard Rock bem empolgante e me lembra um pouco a época do "Hammered", com direito a teclados discretos no refrão, um belíssimo solo de Campbell e uma boa pegada de Lemmy e Mikkey Dee. Peca apenas por acabar em 'Fade Out', o que nao combinou com a pegada da música.
"Queen of the Damned" é menos polida, se é que se pode pensar isso das demais músicas, mas essa é ainda mais 'sujona' e nos remete facilmente aos discos clássicos da banda, com Lemmy moendo seu baixão à la "Ace of Spades". Este mesmo Lemmy escarra "Knife" com seu vozeirão rouco em uma de suas melhores interpretações no disco, com destaque para Campbell e seus riffs empolgantes, que constroem uma excelente ponte para um potente solo de guitarra.
"Keep Your Power Dry" é totalmente Hard Rock, daqueles que chegam a ser dançantes, à lá KISS. Simples, eficiente e cheia de feeling.
A pesadíssima "Paralyzed" fecha o disco da mesma forma que ele foi iniciado, quebrando tudo. Os músicos estavam com a faca nos dentes e terminaram o álbum de maneira fantástica, com todos os músicos dando o máximo de si. Até Mikkey Dee que se mostrou mais contido que o normal neste disco deve ter desmontado sua bateria nesta música. Excelente escolha para encerrar o disco.
Não adianta dizer que este disco é um soco na cara de quem não acreditava mais em Lemmy, ele não precisa que ninguém acredite nele, apenas precisa pegar seu baixão e fazer o que sempre soube fazer com perfeição. Este disco não precisa provar nada pra ninguém, é MOTÖRHEAD simples e puro, como tem sido nos últimos 40 anos e que continue sendo até que Lemmy aguente.
Se você curtiu "Inferno", "Kiss of Death", "Motörizer" e "The Wörld Is Yours", certamente irá gostar de "Aftershock". Escute com o volume no talo!
Motörhead – Aftershock (UDR GmbH – 2013)
Track List:
1 - "Heartbreaker"
2 - "Coup De Grace"
3 - "Lost Woman Blues"
4 - "End Of Time"
5 - "Do You Believe"
6 - "Death Machine"
7 - "Dust And Glass"
8 - "Going To Mexico"
9 - "Silence When You Speak To Me"
10 - "Crying Shame"
11 - "Queen Of The Damned"
12 - "Knife"
13 - “Keep Your Powder Dry"
14 - "Paralyzed

sexta-feira, 29 de novembro de 2013

LETHAL CHARGE


Biografia
Iniciou suas atividades com o lançamento da demo "Mass control" em 1991, na qual Michel compôs todas as músicas e gravou todos os instrumentos (exceto o baixo). Lethal Charge sempre teve todas as características de uma banda do cenário do "Rock underground nacional”. Em 1992 saiu a segunda demo "Chronical Infection" (pelo selo Arenna de Campinas), fase na qual houve uma grande projeção das bandas de Campinas no cenário alternativo. 
Durante esse período Michel também foi baterista do grande Scum Noise. Em 1994 a banda foi convidada por João Gordo (Ratos de Porão) a participar da coletânea "Fun, Milk and Destroy" (com produção do mesmo). Também por indicação do "Gordo" o Lethal Charge lançou seu primeiro CD ("Lethal Charge") pela Roadrunner em 1995 (com produção de Caio Ribeiro). Em 1996, com a desativação da Roadrunner Brasil, o Lethal Charge paralisou suas atividades e retornou somente em 1998 quando Michel foi convidado por Andreas Kisser a participar do teste para ocupar o posto deixado por Max Cavalera (posição no final ocupada por Derek). O reconhecimento de Andreas Kisser impulsionou Michel pouco a pouco retomar as atividades do Lethal Charge por volta de 1999. 
Em 2000 participou da coletânea "O progresso da regressão" além de abrir shows de duas respeitadas bandas do cenário hardcore mundial: Agnostic Front e GBH. Em 2005 a banda faz um acordo com os produtores Caio Ribeiro e Tarcísio Jr. (também dono do estúdio Basement), onde começaram a trabalhar num segundo CD (com gravações se mixagens feitas em períodos em que o estúdio estava "livre"), concluído (após 2 mixagens e 2 masterizações) em 2007, Na era da internet não é tarefa fácil para uma banda (que toca crossover/thrash) conseguir uma gravadora, mas no início de 2008 a banda "fecha" com o selo ZRecords para o lançamento desse álbum ("Convergence") para o segundo semestre de 2009.
Um motivo de grande orgulho para o Lethal Charge é poder ter divido o palco com grandes nomes do underground como Sepultura, Agnostic Front, GBH, Cólera, Ratos de Porão, Dorsal Atlântica, Pavilhão 9, Korzus, etc. E ainda de ter tido duas de suas músicas gravadas por duas grandes bandas brasileiras: Os Muzzarelas e o Scum Noise. A banda encara o fato de se fazer música como uma missão quase espiritual, nada disso é obstáculo, pois no final o que importa para o Lethal Charge é existir dentro da cultura underground





terça-feira, 5 de novembro de 2013

Face The Enemy: Banda mescla Thrash e H.C. com integrantes de Indaiatuba e Salto-SP






Formada com integrantes de Indaiatuba e Salto no ano de

2013, fazem um som com influencias do Thrash Metal e

Hardcore NY




FACE THE ENEMY É: Leonardo Sanchez (Vocal), Henrique

Schiffer (Guitarra/backing Vocal), Pinati (Baixo) e

RafaelMenillo (Bateria).


CONFIRA TRECHOS DA BANDA ENSAIANDO


INFLUÊNCIAS:


Ratos de Porão, Sepultura, Biohazard, Coal Chamber


LINKS: