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sábado, 3 de maio de 2014

Resenha Suicidal Tendencies 13 !



Em 2013, 13 anos após o lançamento de seu último disco de estúdio, o SUICIDAL TENDENCIES retorna com seu 13º disco, contendo 13 músicas, e denominado simplesmente de “13”. Coincidências à parte, fica claro que os americanos estavam fazendo muita falta para o universo metálico, e mais uma vez lançam um ótimo registro, comprovando o talento diferenciado de seus integrantes.
Como todos sabem, o ST sempre foi uma das bandas mais criativas e desbravadoras do metal, sempre buscando inovar e sem nunca se prender a um estilo de música determinado. E em “13” a coisa não é diferente, pois embora aqui haja uma prevalência das raízes punk e thrash da banda, é possível vislumbrar diversas outras influências, que vão da funk (não o carioca!) ao rap, de forma muito natural.

Mesmo com uma formação reformulada, o ST nos traz uma sonoridade muito intensa e interessante, com levadas cheias de groove e “swing”, além de muito peso, em especial nas guitarras e no baixo, sempre pulsante e marcante, que não fica devendo nada para a época de Trujillo (ouça “God Only Knows Who I Am” e comprove). Já o mito Mike Muir continua cantando de forma muito diversificada e cativante, sendo impossível ficar indiferente diante de suas performances.
Todas as 13 faixas são muito legais, cheias de quebradeira, com mudanças bruscas de estrutura, e muita técnica, como se pode conferir em pedradas como “Shake It Out”, “Smash It!”, “Cyco Style” e “Slam City”, só para citar algumas.
É fato que nesse ano a maioria dos fãs de metal estão ansiosos para ouvir outro disco que terá o mesmo título, mas também é fato que o SUICIDAL TENDENCIES mais uma vez coloca no mercado um discaço, digno de sua excelente carreira, e que fará a alegria dos fãs ao redor do planeta. É apertar play e se divertir, pode conferir!
13 – Suicidal Tendencies (2013 – Suicidal Records - Importado)
Track List:
1. Shake It Out
2. Smash It!
3. This Ain t a Celebration
4. God Only Knows Who I Am
5. Make Your Stand
6. Who s Afraid?
7. Show Some Love...Tear It Down
8. Cyco Style
9. Slam City
10. Till My Last Breath
11. Living the Fight
12. Life... (Can t Live with It, Can t Live Without It)
13. This World

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segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

Discharge – Hear Nothing, See Nothing, Say Nothing [1982]



Discharge – Hear Nothing, See Nothing, Say Nothing [1982]
Às vezes uma grande referência para o mundo da música vem de onde se menos espera.
À primeira vista, pode-se pensar que o Discharge não passava de quatro moleques com muita raiva e alguns instrumentos querendo mostrar a qualquer um sua indignação com tudo e todos. Pode não parecer, mas sem esses quatro moleques a Música Pesada não seria a mesma.
A formação do grupo data de 1977, o ano da explosão do punk praticamente no mundo todo. Na Inglaterra, um dos berços do movimento, ícones como os Sex Pistols e o Clash realmente faziam a cabeça dos adolescentes. Com certeza foi com inspiração nessas duas bandas que o Discharge começou a tocar (inicialmente o som deles parecia um Pistols um pouco mais rápido). A reviravolta quase completa veio com o EP “Why?”, composto por dez faixas cuja fórmula era diferente de tudo o que havia na época: riffs distorcidos e de poucos acordes, uma raiva difícil de ser controlada e a clássica bateria que foi o que deu nome à espécie de Hardcore por eles criada: o d-beat.
O EP de estreia, apesar de ser um clássico supremo, não foi páreo para o que veio a seguir. Simplesmente um dos registros mais pesados de toda a história da música, um retrato totalmente cru e bruto do Hardcore em sua forma mais pura: isso é “Hear Nothing, See Nothing, Say Nothing”, o primeiro full-length do quarteto.
Originalmente contando com 14 faixas, “Hear Nothing…” é considerado até hoje o disco definitivo do Discharge, sendo ele uma referência para bandas como Sepultura e Celtic Frost. Depois de seu lançamento, porém, a banda se voltaria para um som com fortes influências do Metal e só retornaria ao d-beat propriamente dito em 2002, quando ocorreu a reunião da formação clássica.
Quanto a “Hear Nothing…”, digo apenas que o que você encontrará por aqui é massacre sonoro no seu estado mais primal. Todas as músicas são um pouco iguais entre si, mas merecem nota a faixa-título, “The Final Bloodbath”, “Drunk With Power”, “A Hell On Earth”, “The Possibility of Life’s Destruction” e a perturbadora “Cries of Help”, introduzida por um texto sobre a bomba atômica e choros de criança, o que torna a faixa totalmente sombria. Um registro histórico e essencial.
Cal – vocais
Bones – guitarra
Rainy – baixo
Garry Moloney – bateria
01. Hear Nothing See Nothing Say Nothing
02. The Nightmare Continues
03. The Final Bloodbath
04. Protest and Survive
05. I Won’t Subscribe
06. Drunk With Power
07. Meanwhile
08. A Hell On Earth
09. Cries of Help
10. The Possibility of Life’s Destruction
11. Q: And Children? A: And Children
12. The Blood Runs Red
13. Free Speech For The Dumb
14. The End

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domingo, 17 de novembro de 2013

BANDA ADREDE LANÇA NOVA SINGLE 'RAZÕES PARA QUESTIONAR' E PREPARA LANÇAMENTO DE NOVO TEASER

Na ultima Sexta Feira 15/11 a banda local ADREDE lançou sua mais Nova Single: 'Razões Para Questionar' a música está presente no segundo álbum da banda 'DESESPERANTO'  que conta com a participação especial dos integrantes do CBJR. e já está disponível nas melhores lojas físicas e digitais de todo o Brasil. Em apenas 24 horas a música teve mais de 100 plays no canal da banda no Soundcloud: https://soundcloud.com/adrederock 

Além disso a Música também já se encontra disponível na 89FM a Rádio Rock de SP, e para pedir basta acessar o site ou através do fone descritos no cartaz abaixo.

Nesta Segunda Feira 18/11 à partir das 15hs a banda lançara o 'TEASER' do Novo Vídeo Clipe desta
mesma música, o qual a banda definiu como o melhor Vídeo Clipe feito por eles em todos os tempos, e que teve novamente a produção de Fábio Prandini da Criar Filmes, que já havia trabalhado com a banda no anterior e bem sucedido 'Disneylândia'.



“… PARA ESTE CLIPE OPTAMOS POR FAZER UMA CAPTAÇÃO AO VIVO DA BANDA, MOSTRANDO TODA A ENERGIA ‘VISCERAL’ QUE É EMANADA DO PALCO, BEM COMO IMAGENS DA INTIMIDADE DA BANDA: BASTIDORES, AMIGOS, CONCENTRAÇÃO, ETC.. E LÓGICO TODA ENERGIA DA FAMÍLIA (PÚBLICO, FANS, ETC..) DEMONSTRADA ATRAVÉS DAS RODAS MONSTRAS QUE SE FORMAM E JÁ SE TORNARAM MARCA REGISTRADA DA BANDA DURANTE AS APRESENTAÇÕES …”